Festa chinesa do meio outono

1| Neste mês de outono a passar tivemos uma belíssima surpresa: uma notícia de destaque nos jornais de Beijing mencionava no Brasil um grupo de músicos brasileiros que tocavam músicas folclóricas chinesas consagradas com os instrumentos étnicos de origem. O motivo foi a festa chinesa do meio outono. Antigo rito agrícola, no passado celebrava o término das safras, com tempo, se tornou um “segundo ano novo chinês”, diz a Mestra Yin Tzu[1], com toda simbologia e significado voltados à prosperidade da família chinesa. A ocasião foi especialmente escolhida pelo Instituto Confúcio para comemorar, mundialmente em todas suas sedes, o aniversário de Confúcio, patrono deste mesmo instituto. Aqui no Brasil o Instituto Confúcio Unicamp organizou a festa de celebração no pátio de convivência da DAC, na Universidade de Campinas, onde marcamos presença face a um público de universitários, membros da diretoria, e jornalistas chineses.

Festa do meio outono IC-Unicamp

2 | Participar de tal celebração nos tornou um pouquinho mais próximos das tradições chinesas. E envolvidos pelo brilho das festividades orientais, olhares curiosos deitavam seus encantos sobre nós, perplexos pela beleza das sonoridades de um conjunto instrumental tipicamente chinês. Simultaneamente, enquanto tocávamos estudantes pequineses conectados num grupo do Wechat se punham a espalhar a nossa apresentação pelas redes sociais, tornando um dia seco e ensolarado em Campinas uma imagem nos portais de notícias na China. Fomos transportados pela primeira vez para as terras do extremo oriente pela velocidade das teclas de WhatsApp, Wechat, Facebook, e, assim,  agraciados com nossa primeira presença virtual difundida em terras chinesas. Este episódio, comum em tempos de mídias sociais, foi para os integrantes do Ensemble Gaoshan Liushui um grande contentamento, e recebido com muito entusiasmo.

Screenshot_2015-09-26-12-12-54 Screenshot_2015-09-26-12-18-10Festa do meio outono - matéria em site chinês

4| De lá pra cá, cada vez mais envolvidos com a cultura chinesa, nossos passos agora se cruzam com outros a seguir por este mesmo caminho, a prestar homenagem as músicas que marcam os coloridos da China. Ao término da apresentação, pela primeira vez, como diretor do Ensemble, dei duas entrevistas no local, uma para a RTV Unicamp[2], e outra para uma repórter do portal chinês de notícias “World People CN” de Beijing. Ambas estão apresentadas no link abaixo.

[1] Mestra Yin Tsu, abadessa do Templo Tzong Kwan, Vila Mariana, São Paulo.

[2] No vídeo acima figuram Hongyan Gao e Dr. Walter Belik, ambos diretores do Instituto Confúcio/Campinas.

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